A Marinha prorrogou até esta segunda-feira (22), o prazo para que os responsáveis pelo navio Haidar, que naufragou com bois vivos no Poro de Vila do Conde, em Barcarena, nordeste do Pará, apresente o nome da empresa que vai retirar a embarcação do fundo do rio Pará. A Capitania dos Portos foi informada que foram recebidas oito propostas de empresas, mas até agora nenhuma foi escolhida.
O Armador do navio e os advogados informaram na última sexta-feira (19), que as oito empresas que estão participando da licitação e elaborando os planos de salvamento do navio apresentaram os planos de ação durante a última semana, e que em virtude disso os projetos ainda estariam em análise, por serem extremamente técnicos e envolverem métodos distintos.
O Armador do navio e os advogados informaram na última sexta-feira (19), que as oito empresas que estão participando da licitação e elaborando os planos de salvamento do navio apresentaram os planos de ação durante a última semana, e que em virtude disso os projetos ainda estariam em análise, por serem extremamente técnicos e envolverem métodos distintos.
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A Marinha considerou necessária uma complementação da resposta oficial e determinou o envio de todos os dados já obtidos relacionados à ação.
O navio de bandeira libanesa naufragou no dia 6 de outubro de 2015, com cerca de cinco mil bois vivos e 750 mil litros de combustível. Parte vazou e o óleo chegou às praias próximas, contaminando o rio Pará. A barreira de contenção que isolava a área se rompeu cinco dias após o acidente e vários animais mortos apareceram na praia de Vila do Conde.
Processo
A Associação Brasileira dos Exportadores de Bovinos e Bubalinos (ABEBB) também vai cobrar os responsáveis pelo navio. A associação anunciou que vai entrar com ação na Justiça pedindo o ressarcimento pelos prejuízos causados pelo acidente as empresas associadas à entidade.
O navio de bandeira libanesa naufragou no dia 6 de outubro de 2015, com cerca de cinco mil bois vivos e 750 mil litros de combustível. Parte vazou e o óleo chegou às praias próximas, contaminando o rio Pará. A barreira de contenção que isolava a área se rompeu cinco dias após o acidente e vários animais mortos apareceram na praia de Vila do Conde.
Processo
A Associação Brasileira dos Exportadores de Bovinos e Bubalinos (ABEBB) também vai cobrar os responsáveis pelo navio. A associação anunciou que vai entrar com ação na Justiça pedindo o ressarcimento pelos prejuízos causados pelo acidente as empresas associadas à entidade.


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